quinta-feira, 19 de maio de 2011

Metodologia do Trabalho Científico

Ciência

Em sentido amplo, ciência (do latim scientia, significando "conhecimento") refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemática. Em sentido mais restrito, ciência refere-se a um sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico, assim como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tal pesquisa.[1]

Este artigo foca o sentido mais restrito da palavra. A ciência tal como enfatizada neste artigo é muitas vezes referida como ciência experimental, a fim de diferencia-la da ciência aplicada, que é a aplicação da pesquisa científica a necessidades humanas específicas, embora as duas estejam certamente interconectadas.

A ciência é o esforço para descobrir e aumentar o conhecimento humano de como a realidade funciona. Refere-se tanto a:


A ciência é o conhecimento ou um sistema de conhecimentos que abarca verdades gerais ou a operação de leis gerais especialmente obtidas e testadas através do método científico. Nestes termos ciência é algo bem distinto de cientista, podendo ser definida como o conjunto sistematizado de todas as teorias científicas (com destaque para os paradigmas válidos), do método científico e dos recursos necessários à produção das mesmas.

Decorre que um cientista é um elemento essencial à ciência. Entretanto, como um ser humano dotado de um cérebro imaginativo, que possui sentimentos e emoções, este certamente tem suas crenças - que vão além das verdades gerais, podendo este inclusive vir a ser um teísta ou religioso. Entretanto a ciência exige expressamente que este saiba manter suas crenças longe de seus artigos científicos e das teorias científicas.

Em outras palavras, apesar da ciência não excluir os crentes, teístas e/ou religiosos do seu leque de cientistas, a ciência e por conseguinte as teorias científicas, graças aos pré-requisitos do método científico, excluem delas suas crenças, sendo estas expressamente céticas.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



O Conceito de Ciência
Um conceito abrangente de ciência é dado por Ander-Egg, em sua obra "Introducción a las técnicas de investigación social" (1978:15): “A ciência é um conjunto de conhecimentos racionais, certos ou prováveis, obtidos metodicamente, sistematizados e verificáveis, que fazem referência a objetos de uma mesma natureza."
Conhecimento racional, isto é, que tem exigências de método e está constituído por uma série de elementos básicos, tais como sistema conceitual, hipóteses, definições; diferencia-se das sensações ou imagens que se refletem em um estado de ânimo, como o conhecimento poético, e da compreensão imediata, sem que se busquem os fundamentos, como é o caso do conhecimento intuitivo.
Certo ou provável, já que não se pode atribuir à ciência a certeza indiscutível de todo saber que a compõe. Ao lado dos conhecimentos certos, é grande a quantidade de prováveis. Antes de tudo, toda lei indutiva é meramente provável, por mais elevada que seja sua probabilidade.

Obtidos metodicamente, pois não se os adquire ao acaso ou na vida cotidiana, mas mediante regras lógicas e procedimentos técnicos.
Sistematizados, isto é, não se trata de conhecimentos dispersos e desconexos, mas de um saber ordenado logicamente, constituindo um sistema de idéias (teoria).
Verificáveis, pelo fato de que as afirmações, que não podem ser comprovadas ou que não passam pelo exame da experiência, não fazem parte do âmbito da ciência, que necessita, para incorporá-las, de afirmações comprovadas pela observação.
Relativos a objetos de uma mesma natureza, ou seja, objetos pertencentes a determinada realidade, que guardam entre si certos caracteres de homogeneidade.

O que impulsiona o homem em direção à ciência é a necessidade de compreender a cadeia de relações que se esconde por trás das aparências sensíveis dos objetos, fatos ou fenômenos, captadas pela percepção sensorial e analisadas de forma superficial, subjetiva e crítica pelo senso comum. O homem quer ir além dessa forma de ver a realidade imediatamente percebida e descobrir os princípios explicativos que servem de base para a compreensão da organização, classificação e ordenação da natureza em que está inserido.
Através desses princípios, a realidade passa a ser percebida pelos olhos da ciência não de uma forma desordenada, esfacelada, fragmentada, como ocorre na visão subjetiva e a crítica do senso comum, mas sob o enfoque de um critério orientador, de um princípio explicativo que esclarece e proporciona a compreensão do tipo de relação que se estabelece entre os fatos, coisas e fenômenos, unificando a visão de mundo.(Köche, 1997)
(Lakatos, Eva M. e Marconi, Marina A., "Metodologia Científica", Editora Atlas S.A., São Paulo SP. 1991, p.19)


Estudo Orientado I

A COMUNICAÇÃO VERBAL


 


Em qualquer atividade do mundo moderno, em permanente evolução, as melhores oportunidades são aproveitadas pelos indivíduos que possuem mais informação. Falar em "era da informação", nos dias atuais, chega a ser redundância. O adequado gerenciamento das informações é um fator decisivo no desenvolvimento pessoal e no crescimento profissional. A Internet, sem qualquer dúvida, facilitou o acesso à informação e acelerou substancialmente o seu intercâmbio.

O uso mais disseminado das informações, de qualquer natureza, consolidou uma nova realidade: os indivíduos com habilidade e coragem de apresentar idéias e informações, tem o poder de persuadir e motivar as pessoas.

Há, sem dúvida, diversas maneiras de intercambiar informação, inclusive a informação científica, que é a que nos interessa mais particularmente, no momento. Uma forma das mais eficazes é a comunicação verbal, que ocorre quando um grupo de indivíduos com interesses comuns ou correlatos se reúne. Em nossa área de trabalho, estamos freqüentemente exercitando essa forma de intercambiar informações nos cursos, simpósios, jornadas e congressos.

Nos congressos e tipos assemelhados de reuniões, as informações são trocadas através da comunicação oral, a mais importante para a transmissão das idéias. Existe a oportunidade de aprofundar os detalhes de maior interesse relacionados à informação oferecida, bem como a possibilidade de se obter a repetição ou o detalhamento de uma informação não completamente entendida. Podem também ser apresentadas observações ou pontos de vista capazes de enriquecer a informação inicial, tornado-a mais clara, concisa e completa. Isto sempre ocorre nos congressos, ainda que não se perceba; ocorre não apenas nas sessões formais, mas também nas conversas de corredor e nos intervalos entre as sessões.

A leitura, por mais atenta que possa ser, não tem o poder de transmissão da informação que a comunicação verbal tem. Na leitura, o autor é desconhecido ou distante; a sua idéia nem sempre é claramente entendida e, mais importante, não existe a possibilidade do diálogo. A transmissão da informação é passiva. A comunicação verbal, ao contrário é mais poderosa e versátil.

As pessoas têm, cada vez mais, a necessidade de desempenhar melhor as suas atividades. Entretanto, conversar sobre a mesma (comunicação verbal) em pequenos ou grandes grupos, registrar ou descrever suas experiências, idéias ou observações, armazenadas ao longo do tempo, pode ser um exercício penoso, se não houver uma preparação adequada.

A experiência tem demonstrado que durante a apresentação e discussão dos trabalhos de uma reunião científica, a quantidade de informações intercambiadas é muito grande, bem como é grande o seu aproveitamento. Essa experiência, de um modo geral, também contribui para motivar o estudo individual ou em grupo e a participação em atividades semelhantes. Essa é a razão essencial pela qual as sociedades profissionais e científicas privilegiam os congressos, ao invés das demais modalidades de intercâmbio de informações.

O desembaraço na conversa informal do dia a dia, tem pouco a ver com o desempenho na comunicação verbal, como forma de intercambiar informações. É difícil para a maioria dos profissionais de qualquer área, utilizar adequadamente essa potente modalidade de comunicação. Isto é conseqüência do simples fato de que a formação e o treinamento das pessoas são incompletos. Nós não somos ensinados a organizar e registrar o nosso trabalho diário analisá-lo criticamente, tirar conclusões e discutí-las de forma ordenada.

Quando os indivíduos são treinados para serem médicos, percursionistas, psicólogos, fisioterapeutas ou enfermeiros, na realidade, não se pretende que sejam também exímios oradores ou escritores. Entretanto, é fundamental que as pessoas sejam habilitadas ao uso adequado da comunicação nas suas diferentes formas, especialmente a comunicação verbal, como instrumento de aperfeiçoamento e progresso profissional. Isto se consegue com alguma disposição e um mínimo de treino.

De um modo geral, as pessoas evitam falar em público, por uma série de razões, como "vergonha" (inibição), medo de "enfrentar" a audiência, medo de não saber responder à alguma pergunta, receio de "parecer ridículo" ou de dizer "besteiras", etc. Essas "razões", contudo, não tem o menor fundamento; elas apenas servem para esconder a única e real razão: a falta de treino ou de familiaridade com a comunicação verbal !. É perfeitamente normal que algumas pessoas "pareçam" mais naturais ou à vontade do que outras, ao falar em grupo. A diferença, contudo, reside apenas no quanto uns conseguem "desligar" dos falsos e infundados receios e concentrar-se na comunicação. Na realidade, é mais importante "ser natural" do que "parecer natural". O treinamento e a perseverança permitem alcançar aquele objetivo.

A propósito de falar em público, o humorista Jerry Seinfeld conta a seguinte história: ..."De acordo com a maioria dos estudos, o temor número 1 das pessoas é falar em público; o número 2 é a morte. Se isso estiver correto, a maioria das pessoas que tem que ir a um funeral, prefere estar no caixão a fazer o discurso de despedida !"

Boas idéias e muita preparação constituem fatores essenciais para o sucesso da comunicação verbal. A habilidade para expressar as boas idéias, contudo, também é um elemento fundamental. A expressão (comunicação) verbal pessoa a pessoa ou entre pequenos grupos de amigos pode servir de importante preparação para falar em público, em ambientes mais formais ou diante de grandes audiências, como por exemplo, em um congresso ou reunião científica.

Se a idéia de falar em público o deixa nervoso, não pense que isso ocorre somente com você. Inibição, nervosismo, ansiedade, tensão, apreensão, medo, pavor, em maior ou menor grau, ocorrem com qualquer pessoa ao falar em público. Associados às demais manifestações da descarga de adrenalina, como extremidades frias, sudorese da fronte e das mãos, palpitações, "sensação de vazio" no estômago e vontade de urinar, constituem um quadro muito conhecido e freqüente que, entretanto, pode ser perfeitamente controlado ou até mesmo abolido, mediante uma cuidadosa preparação. Um indivíduo que, apesar de toda a preparação, mantém-se absolutamente incapaz de falar em público, é excepcional. Os principais requisitos continuam sendo à vontade e a determinação. Podemos afirmar que, de um modo geral, quem quer falar em público, pode e consegue falar em público.

O "pânico do pódio" é uma experiência muito comum. A platéia, de um modo geral, entende e desculpa o nervosismo do orador, quando ele é percebido. A maioria das pessoas, contudo, manifesta apenas uma discreta alteração da voz, que tende a desaparecer à medida que a apresentação progride. A ansiedade e a tensão surgem no início da apresentação e persistem pelos primeiros dois a três minutos. Depois costumam ceder e, ao final da apresentação a maior parte dos apresentadores está plenamente confortável.

O conhecimento do assunto a ser discutido, a cuidadosa preparação e o "ensaio" da apresentação, costumam fazer a diferença. Um bom orador ou apresentador pode, simplesmente, ser produto de muita disposição e treinamento. Na grande maioria das vezes a má apresentação deve-se a pouca familiaridade com o tema ou ao preparo inadequado da apresentação.

 
O TRABALHO CIENTÍFICO

Podemos definir um trabalho científico como a apresentação (oral ou escrita) de uma observação científica, ou ainda, a apresentação de uma idéia ou conjunto de idéias, à respeito de uma observação científica. A observação pode ser relativamente simples ou pode ser complexa, mas, deve sempre ser relatada de forma clara, organizada e concisa, para facilitar a sua compreensão.
A Educação, pela multiplicidade de dados, parâmetros, procedimentos, ações, reações, materiais, aparelhos e técnicas envolvidas constitui um campo extraordinariamente vasto, para a observação e a experimentação e, em conseqüência, para a produção de trabalhos científicos.
As diversas modalidades de comunicação científica podem ser divididas em comunicação oral e comunicação escrita. As principais formas de comunicação científica oral são:
·         Aulas
·         Palestras
·         Seminários
·         Conferências
·         Apresentações em Congressos:
o    Temas Livres
o    Mesa Redonda ou Painel
o    Simpósio
As principais formas de comunicação científica escrita são:
·         Relatório
·         Pôster em Congresso
·         Monografia ou Tese
·         Artigos (Jornais ou Revistas)
Um trabalho escrito ou uma publicação científica escrita, podem ser de vários tipos que, de um modo geral, dependem da extensão que se deseja dar ao relato da observação científica. Os principais tipos de publicações científicas são:
·         Carta ao Editor
·         Resumo
·         Artigo
·         Capítulo de livro
·         Tese
·         Livro
As publicações científicas dos diversos tipos acima enumerados podem assumir um dos seguintes formatos:
·         Relato de caso(s)
·         Trabalho de revisão
·         Trabalho de atualização
·         Pesquisa básica
·         Pesquisa clínica
·         Relato de trabalho experimental
O relato de caso (casos) é o tipo de trabalho mais simples. Um ou alguns casos interessantes, (seja pela sua raridade, pela evolução inusitada, pela necessidade de técnicas especiais, etc...) são estudados; as observações mais importantes no seu transcurso são relatadas e detalhadamente discutidas. A literatura está repleta de excepcionais exemplos de apresentações de casos de grande importância científica e de elevado padrão de qualidade. A apresentação de um caso bem estudado e igualmente bem documentado pode transmitir informações de grande utilidade.
Nos trabalhos de revisão, um determinado assunto é estudado em profundidade. O conteúdo do trabalho é a revisão das informações importantes, referentes ao assunto a que o trabalho se refere. Uma revisão bibliográfica pode servir de base para a elaboração de trabalhos dessa natureza.
O trabalho de atualização coleta as novas informações disponíveis à respeito de um determinado assunto. Este tipo de trabalho pode conter uma pequena revisão do assunto, seguida da descrição dos novos conhecimentos.
Os trabalhos de pesquisa básica são os mais complexos, porque envolvem pesquisa pura, sem aplicação imediata. Em geral exploram fenômenos ainda não completamente conhecidos ou estudados.
A pesquisa clínica é muito utilizada para a elaboração de trabalhos científicos. Estuda-se um determinado fenômeno, evento ou comportamento, em um grupo de casos e o trabalho descreve os resultados encontrados. A análise pode ser feita em casos passados, pela revisão dos registros (análise ou pesquisa retrospectiva) ou, a pesquisa é planejada para que os dados sejam coletados à medida em que os eventos em estudo sejam observados (pesquisa prospectiva).
O trabalho experimental corresponde ao relato de uma pesquisa básica em que há um objetivo ou aplicação imediata, como por exemplo, testar uma hipótese, aprimorar técnicas em uso clínico, etc.
A comunicação científica do tipo verbal mais comumente usada é a apresentação de TEMAS LIVRES. Como o próprio nome indica o seu autor ou autores tem total liberdade para escolher o tema e o tipo do trabalho. Assim, um tema livre pode corresponder a um relato de caso, trabalho de revisão, de atualização, etc... Os temas livres são as apresentações mais importantes de um congresso. Geralmente, são os trabalhos que trazem novidades e estimulam o progresso e o desenvolvimento. As informações podem ter aplicação direta na prática diária. Além disso, o autor tem a oportunidade de mostrar a informação que escolheu, de uma forma sistemática e bem organizada, ao invés de atender a uma programação pré-estabelecida, como a mesa-redonda ou os painéis.
A preparação do trabalho científico deve incluir uma organização clara e simples, independente da forma de comunicação selecionada para a sua apresentação, se escrita ou oral.


Educação Urbana

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Políticas Públicas e Educação

 

Política é coisa de idiota?

 

Mario Sergio Cortella[1]

 

Os gregos davam um nome apropriado a quem cuidasse da vida pública, da comunidade e que acreditasse que a mais nobre regra é "um por todos e todos por um": este era chamado de político.

"Política é coisa de idiota!".

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ementa

1. EMENTA

Políticas educacionais brasileiras contemporâneas, políticas públicas inclusivas e organização dos sistemas de ensino e o contexto internacional. Políticas educacionais e legislação pertinente.

2. OBJETIVO

·          Analisar as Políticas Educacionais Brasileiras defendidas nas últimas décadas, estabelecendo 
·          Analisar o processo de criação e implementação das políticas sociais e sua relação com as políticas educacionais;
·          Caracterizar o contexto sócio-econômico e político, que vem originando as reformas Educacionais no Brasil;
·          Analisar a atual Política Educacional Brasileira, a partir da reflexão sobre a sua organização, gestão, financiamento e controle social, identificando atribuições e competências de cada esfera de governo;


3. CONTEÚDO

·          Introdução à disciplina (Política e democracia);
·          Retrospectiva histórica como referência para a análise crítica da Educação Brasileira;
·          Noções dos sitemas econômicos: Socialista x Capitalista e suas relações com a educação;
·          As reformas educacionais e os planos de educação, arcabouço da Política educacional Brasileira;
·          Financiamento da educação escolar: impostos, orçamentos, A lei do (FUNDEB) recursos e programas do fundo nacional de desenvolvimento da educação (FNDE);
·          Os sistemas municipais de ensino e a nova LDB: limites e possibilidades;
·          Globalização e Neoliberalismo: conseqüências na educação contemporânea.

4. METODOLOGIA

            A disciplina de Seminário Temático I será ministrada pelo professor da disciplina de Políticas Públicas e Organização da Educação Brasileira, para que ao final da mesma o aluno entre e/ou apresente para posterior avaliação.
            O conteúdo programático será trabalhado através de:
a) atividades docentes: aulas expositivas e dialogadas; discussões coletivas de textos; uso de vídeo; trabalhos em grupo e orientação de atividades práticas;
b) atividades discentes: leitura e discussão de textos, participação e trabalho de  grupo, apresentação de seminário, pesquisa , entre outros.

5. AVALIAÇÃO
Os critérios para avaliação serão realizados por meio da observação no que diz respeito  à freqüência, à participação, à realização de trabalhos, ao domínio dos conteúdos estudados em prova, aos resumos e aos fichamentos, aplicação das normas da ABNT e pontualidade na entrega dos trabalhos.

6. BIBLIOGRAFIA                            

ANDERSON, Perry. Balanço do neoliberalismo. In SADER, Emir (org). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. 205p. p. 9-23.

AZEVEDO, Janete Maria Lins de. A educação como política pública. Autores Associados. 2ª ed. (2001) Campinas. Cdu: 37.014 Cutter: A994e.

BOBBIO, Norberto et. Al. Dicionário de política. Trad. João Ferreira et al. Brasília: Editora Universidade de Brasília.

BEHRING, Elaine Rossetti. Política social no capitalismo tardio. Cortez. 2ª ed. (2002) São Paulo. Cdu: 330.342.14 Cutter: B421p.

CARNEIRO, Moaci Alves. LDB fácil: leitura crítico-compreensiva: artigo a artigo. 4.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998;

LIBÂNEO, J.C; LIVEIRA, J.F; TOSCHI, M.S. Educação escolar: Políticas, estrutura e organização. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2005.